quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Toma consciência de tua dignidade!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
As exigências da encarnação do Verbo
domingo, 26 de dezembro de 2010
A PALAVRA DE DEUS ENTROU NA HISTÓRIA
UM MENINO NOS FOI DADO!
domingo, 21 de novembro de 2010
bem-aventurados os que choram! E cadê a alegria?
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Essa felicidade estranha....!? ser pobre! Vixe!
sábado, 16 de outubro de 2010
Passos para rezar com a Palavra de Deus
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Política: um tempo de reflexão e escolhas!
Perfeita Alegria! Pode???
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A Mãe negra desta gente brasileira!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Eu pedi a Deus um pouco de malandragem!
FRANCISCO, O IRMÃO MENOR.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Teresinha, aquela do Menino Jesus!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A PARÁBOLA DO AQUÁRIO
Era uma vez um aquário onde viviam peixes grandes, médios e pequenos. Ali imperava a lei do mais forte. Os alimentos atirados pelo Criador eram disputados. Primeiro comiam os maiores. O que sobrava destes era devorado pelos médios. E o que sobrava dos médios era devorado pelos pequenos. Na falta de outro alimento, os grandes devoravam os médios e estes, por sua vez, devoravam os pequenos. Ora, havia um peixinho muito pequenino, que morava no fundo do aquário, onde estava a salvo da fome e da gula dos demais. Ali, naquelas profundezas, poucas vezes caía algum alimento. Mas, o peixinho, ao invés de maldizer a sorte, enganava a fome distraindo-se a contemplar os desenhos dos azulejos, as plantinhas, a areia branca e as pedrinhas brilhantes que enfeitavam o fundo do aquário. Um belo dia, o peixinho descobriu um ralo, por onde saía a água do aquário. Admirado, exclamou: "Ué! Então este aquário não é tudo? Existe outro lugar onde se pode viver? Para onde irá essa água que não pára de correr? E, o peixinho, curioso, tentou passar pelo ralo. Como os vãos fossem muito estreitos, ele se dispôs a fazer sacrifícios e emagrecer até passar para o outro lado. Foi assim que, dias mais tarde, bem mais magro e ainda assim perdendo algumas escamas na travessia, ele conseguiu seu intento. E foi assim que ele conheceu, pela primeira vez na vida, o que é a água corrente. - Uma delícia! Uma maravilha! O peixinho ia pulando feliz pelo rego da água, deslumbrado com tudo. E o rego da água levou o peixinho até uma enxurrada... Na enxurrada, mais água ainda. E a correnteza mais forte. Não era preciso nadar. Bastava soltar o corpo. Que maravilha! Quantos peixinhos livres! Quantos barquinhos de papel! E o sol??? Que coisa linda! E aqueles bobos, lá no aquário, pensando que aquilo fosse tudo, aquela água suja e parada. Coitados!!! E a enxurrada levou o peixinho a um riacho. E o peixinho nunca pudera imaginar tanta água de uma vez. Nunca vira crianças nadando. Nunca vira mulheres lavando roupa e cantando. Nunca pudera ver tantas plantas, tantas flores, tanta beleza junta! E julgou que estivesse delirando. Quanta comida, quanta água, quanto lugar onde viver em paz, quanta felicidade para todos! Ah! Aqueles pobres diabos lá no aquário ... se vissem tudo isto! E o riacho levou o peixinho até o rio. Não. Não é possível! Isto não existe! Olha quanta água! Parece não ter fim. Quanta comida! Quanto sol, quanta luz, quanta beleza! E foi assim, extasiado, maravilhado, deslumbrado, quase não acreditando em seus próprios olhos, que o peixinho, levado pelo grande rio, chegou enfim ao mar. Ali, diante daquele infinito de águas, de alimentos, de luz, de cores, de plantas, de um mundo de coisas maravilhosas, diante daquela majestade toda, o peixinho chorou. Chorou comovido, agradecido, porque a alegria era tanta que não cabia dentro de si. E chorou, sobretudo, de pena de seus coleguinhas, grandes e pequenos, que haviam ficado lá no aquário, naquelas águas poluídas, escuras, pardas, estragadas, espremidos, pensando viver no melhor dos mundos. E o peixinho, então resolveu voltar e contar a boa nova a todos. E o peixinho voltou. Do mar para o rio (sacrifício, porque agora a viagem era contra a correnteza). Ele nadou para o riacho, para a enxurrada e da enxurrada para o rego e do rego para o fundo do aquário. E atravessou o ralo de volta... Desse dia em diante, começou a circular pelo aquário um boato de que havia um peixinho contando coisas mirabolantes, falando de um lugar muito melhor para viver, um lugar de amor e paz, um lugar de fartura infinita, onde ninguém precisa fazer sacrifício, nem se devorar uns aos outros. E todos acorreram ao fundo do aquário para saber da novidade. Os grandes, os médios, os pequenos, todos os peixes queriam saber o que era preciso fazer para chegar a esse mundo maravilhoso... E o peixinho, mostrando-lhes o ralo, explicou, que para chegar ao outro mundo, era preciso algum sacrifício, pois a passagem era realmente estreita. Segundo o tamanho, uns teriam de sacrificar-se mais, outros menos. E os peixes pequenos passaram, a seguir, a escutar o peixinho, enquanto os médios e os grandes, sobretudo, consideravam-no maluco, um visionário. Onde já se viu? Impossível passar por aquele vãozinho tão estreito! Só um louco mesmo! E a história do peixinho se alastrou. De tal maneira se alastrou e pegou, que modificou a vida no aquário e perturbou o sossego dos peixes grandes e médios, que estes acabaram por matar o peixinho para acabar com aquelas besteiras. Mas o peixinho não morreu. Continuou vivendo, pois sua mensagem imortal, passava de geração em geração... Até hoje, a história do peixinho é lembrada no aquário. Até hoje, há os que crêem. E até hoje há os passam pelo ralo e os que jamais conseguirão fazê-lo, porque, quanto maior e poderoso, tanto maior será o sacrifício exigido. E por isso está escrito:
"EM VERDADE, EM VERDADE VOS DIGO: É MAIS FÁCIL UM CAMELO PASSAR PELO FUNDO DE UMA AGULHA DO QUE OS RICOS ENTRAREM NO REINO DE DEUS"
Ei Filoteu! tu te lembras da passagem do Evangelho que diz: "A porta que conduz à vida é estreita"? Pois é! É isso mesmo! Nada de moleza! Cara, tu tens que ir com gosto e gás para dar conta do recado! Morou? Sacou? uau! Vá nessa que é bom à bessa!
Um abraço e bênção do Padre.
sábado, 28 de agosto de 2010
As talhas das bodas de Caná: uma grande lição!
Ei Filoteu, pra você entender bem esse história que transcreverei agora, de um livro que achei, peço que você releia ou leia o texto de Jo 2, 1ss (aquele das Bodas de Caná). Reflita bem sobre o que segue;
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Maria!
Olha Filoteu, quero te lembrar uma bela reflexão que São Bernardo fez sobre Nossa Senhora. Acho que é um dica e tanto. Aliás, quem fala é uma autoridade que assumiu de modo terno, bonito e profundo uma filiação bastante autêntica para com Nossa Senhora. Ela nos introduz na família de Deus, nos faz irmãos de Jesus. Isso mesmo. Com Maria somos irmãos tanto por parte de Pai (o Pai Celeste), como por parte de Mãe (a Virgem Maria: "eis tua mãe", disse o Cristo moribundo). Deixo contigo o pensamento do grande abade:
“Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que seu nome nunca se afaste de teus lábios, jamais abandone teu coração; e para alcançar o socorro da intercessão dela, não negligencies os exemplos de sua vida. Seguindo-a, não te transviarás; rezando a Ela, não desesperarás; pensando nela, evitarás todo erro. Se Ela te sustenta, não cairás; se Ela te protege, nada terás a temer; se Ela te conduz, não te cansarás; se Ela te é favorável, alcançarás o fim” (Hom. II super “Missus est”, 17: PL 183, 70-71).
Que tal?
Um abraço do padre.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Bernardo, uma alma esposa!

Nas extenuantes batalhas entre nominalistas e realistas – duas correntes filosóficas da época –, o abade de Claraval não se cansa de repetir que só há um nome que conta, o de Jesus Nazareno. “Árido é todo alimento da alma – confessa – se não for tocado por este óleo; é insípido se não for temperado com este sal. O que escreves não tem sabor para mim, se não leio nele Jesus”. E conclui: “Quando discutes ou falas, nada tem sabor para mim, se não sinto ressoar o nome de Jesus” (Sermões em Cantica Canticorum XV, 6: PL 183,847). Para Bernardo, de fato, o verdadeiro conhecimento de Deus consiste na experiência pessoal, profunda, de Jesus Cristo e do seu amor. E isso, queridos irmãos e irmãs, vale para todo cristão: a fé é, antes de mais nada, um encontro pessoal e íntimo com Jesus; é fazer a experiência da sua proximidade, da sua amizade, do seu amor, e somente assim se aprende a conhecê-lo cada vez mais, a amá-lo e segui-lo cada vez mais. Que isso possa acontecer com cada um de nós!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Paulo, o escolhido
São Paulo, o escolhido para fazer do projeto desafiante de Deus, a sua vida. Na revelação que o Senhor fez a Ananias, o qual recebeu a missão de conferir o batismo a Paulo, logo que ele fez aquela experiência com Jesus ressuscitado, a caminho de Damasco, foi dito quem Paulo seria de ora em diante. Isso mesmo, aquele homem vulcânico, elétrico, enérgico e energético, lá estava ele com uma missão gigantesca. Afinal quem é Paulo, a que ele foi chamado e enviado? Nosso Senhor disse: "(...) este homem é para mim um instrumento de escol para levar o meu nome diante das nações pagãs, dos reis e dos filhos de Israel. Eu mesmo lhe mostrarei quanto lhe é preciso sofrer em favor do meu nome" (At 9, 15-16). domingo, 4 de julho de 2010
A DUPLA "BIÔNICA"
Um encontro "eletrocutante".
Um encontro eletocutante. No dicionário Aurélio, eletrocutar significa: Proceder à execução de (um condenado) em cadeira elétrica. Vixe! Então, como é que se pode falar que o encontro de Tomé com Jesus foi com uma voltagem tão doida? Moisés, o fundador do Shalom, fala muito do choque da ressurreição. Falar de eletrocutagem não é exagero? Você sabe, não é Filoteu, o que aconteceu? A história de Tomé é bem conhecida (leia Jo 20, 24-29). Os discípulos encontraram o ressuscitado e o nosso amigo lá não estava e quando reencontrou os companheiros, ao ouvir a narração que o Mestre estava vivo e que eles o viram, então a ducha de água fria veio com força: Ele queria provas, queria tocar, ver pra crer. Já ouviu falar do teste de São Tomé? Pois é! Eis o homem descrente, o homem onde a fé (este salto no escuro) parecia de verdade inoperante. E era inoperante, convém dizer. É isso, caro Filoteu, conviver com luz de lamparina algumas vezes e tantas vezes é fogo! Ou melhor é com pouco fogo e pouca luz. (A lamparina acesa por uma bruxuleante luz, vendo com pouca visibilidade era imagem da fé; o céu, com a visão do rosto de Deus, a chamada visão beatífica, era como se o sol viesse e iluminasse a casa e então, a lamparina seria apagada). Haja Zé! ou melhor haja Deus dando-nos o dom! Voltemos pro nosso herói. Lá estava ele, com eles e Ele (o Mestre ressuscitado) aparece. Convida o descrente a checar a verdade luminosamente presente naquelas chagas benditas e o discípulo desconfiado cai por terra e faz sua profissão de fé. São Gregório Magno, papa e doutor da Igreja que viveu no VI século diz: "A clemência do alto agiu de modo amirável a fim de que, ao apalpar as chagas do corpo de seu mestre, aquele discípulo que duvidara curasse as chagas da nossa falta de fé. A incredulidade de Tomé foi mais proveitosa para a nossa fé do que a fé dos discípulos que acreditaram logo. Pois, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde apalpar, o nosso espírito, pondo de lado toda dúvida, confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e apalpou tornou-se testemunha da verdade da ressurreição". Viu? Deus de tudo tira proveito para o nosso bem. Por isso, eu digo que foi uma elotrocutagem porque aquele toque foi uma verdadeira cadeira elétrica para matar o descrente para daquele fumaceiro estorricador viesse à tona um homem de fé. Tomé tornou-se outro. Chagas benditas aquelas do Divino Salvador! Nós não as tocaremos com as mãos do nosso corpo, mas com os dedos da fé. De fato, dessa incredulidade, misteriosamente útil para nós, fez de nós alvo de uma bem-aventurança arrancada de última hora, uma beatitude meio rapa do tacho, mas fantástica! "Bem-aventurados os que creram sem ter visto" (Jo 20, 29). Essa é pra ti, pra mim, pra nós. Tem gente que adoraria ver Jesus, abraçá-lo, falar com ele, tocá-lo. Mas se essas pessoas imaginassem a beleza e a riqueza que está por detrás de viver aqui sem ver! E esperar pra ver só no Céu! Bem, se Jesus acha por bem conceder visões ou graças místicas pra algumas pessoas, isso é outro departamento. É gratuidade dos dons que Deus concede a quem ele quer, quando e Ele quer e por razões que só Ele sabe. E brá! zé fini! fechou a questão, fechou a rosca e não cabe a ninguém achar ou desachar nada. Quanto a ti, caro Filoteu, vive na presença de Deus como se o visses. E fica em paz. Ainda São Gregório diz que "quem crê verdadeiramente, realiza por suas ações a fé que professa". Olha aí o desafio e a beleza! Beleza né? É isso aí! Não fique olhando só a dificuldade, mas vê também a beleza que está por detrás de tudo isso. Beleza pura!
Ei, você sabe o que é beleza? Por aí se entende somente como beleza estética. Mas, Platão, um filósofo grego, dizia que a "beleza é o esplendor da verdade". Quando a verdade espande seus raios luminosos, então isso é a beleza. Peeense!
Taí Filoteu, a lição que nos vem do nosso amigo Tomé, o homem que recuperou a fé!
Abraço! Bênção! Fui!


05:59
Pe. Antonio Marcos Chagas















